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Holofote

Prefeitura admite flexibilizar faixa laranja

Ignacio Delgado reuniu-se hoje com os vereadores para tratar da flexibilização (Foto: Divulgação)

A Câmara de Juiz de Fora terá uma vitória na queda de braço com a Prefeitura envolvendo o programa municipal de enfrentamento à Covid-19, “Juiz de Fora pela Vida”. A faixa laranja para a qual o município regrediu na última segunda-feira será flexibilizada.

A decisão foi acertada pelos vereadores com o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Inclusivo, da Inovação e Competitividade, Ignacio Delgado, coordenador do Fórum Municipal em Defesa da Vida, depois de conversas ao longo da manhã e uma rodada de reunião agora à tarde. Representantes de entidades de alguns setores também participaram do encontro.

Com o atual presidente da Câmara, Juraci Scheffer (PT), em viagem, coube ao vice-presidente Antônio Aguiar (DEM) a condução das conversas, que contou com a presença dos demais membros da Mesa Diretora. Desde o anúncio da mudança de faixa, o clima na Câmara ficou pouco amistoso.

Nas conversas com os vereadores, Ignacio Delgado concordou que as regras utilizadas na análise foram demasiadamente rigorosas. Ele também sinalizou com a possibilidade de rever a fórmula. Enquanto isso não é feito, prometeu de forma imediata flexibilizar alguns aspectos.

As mudanças que devem ser anunciadas ainda hoje vão envolver principalmente os horários de funcionamento. No caso de bares, restaurantes e praças de alimentação, a faixa laranja prevê funcionamento de segunda a domingo e feriados, das 8h às 22h. Após este horário, deverão estar fechados e sem clientes.

Da mesma forma, lanchonetes, casas de sucos e similares podem funcionar de segunda a domingo e feriados, das 8h às 22h, permitido o self-service, assim como em padarias e confeitarias, cujo funcionamento está permitido de segunda a domingo e feriados, entre 5h e 22h.

Na proposta acertada com os vereadores, esses horários serão dilatados de forma excepcional.  As restrições envolvendo as atividades de recreação e lazer, bem como as igrejas e centros religiosos também devem ser revistas.