Documentos oficiais revelam que, após concluir as negociações com o banco internacional, processo ficou parado antes da análise da capacidade fiscal do município pelo Tesouro Nacional.
Para historiador Welber Luiz dos Santos, a hipótese mais provável é que a estrutura tenha sido fabricada pela Companhia Trajano de Medeiros, no Engenho de Dentro, no Rio de Janeiro.
É uma oportunidade para que a prefeita Margarida Salomão esteja presente não apenas institucionalmente, mas humanamente. Para olhar nos olhos.
A estrutura integrava a histórica malha da Estrada de Ferro Oeste de Minas, inaugurada no século XIX.
Diagnóstico aponta lançamento de efluentes diretamente nos cursos d’água, expansão imobiliária desordenada e falhas de gestão como riscos ao manancial.
A esperança da prefeita era que o governo federal implementasse a tarifa zero a tempo de cobrir o rombo, mas não há espaço no arcabouço fiscal.
Entre 2020 e 2025, 476 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas em acidentes ferroviários; Juiz de Fora lidera o ranking com 33 mortes registradas.
Ministério da Cultura autorizou captação de R$ 337 mil entre abril e dezembro de 2026 para início do processo de restauro.
Responsável por 27% das importações de Minas Gerais, unidade tem previsão de R$ 36,6 milhões em investimentos.
A licitação do transporte público coletivo avançou sem enfrentar o descompasso entre mobilidade e território.

