Jornalista investigativa, acredita na profissão ativa, que vai à campo atrás de histórias ocultas, sem esperar receber apenas “dossiês prontos” entregues por fontes oficiais. Busca observar e revelar o que poderia passar despercebido na sociedade trazendo à tona realidades capazes de mudar a vida de muita gente e, inclusive, contribuir para adoção de políticas públicas. Com mais de 16 anos de profissão, desses, por 13 anos trabalhou na Rede Globo como editora, produtora e coordenadora do Núcleo de Investigação mineiro. Especialista em Imagens e Culturas Midiáticas e, atualmente, mestranda em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência também na UFMG. Recebeu prêmios por várias reportagens, entre elas, sobre pessoas desaparecidas pelo tráfico de drogas e pela cobertura da tragédia da Samarco, em Mariana.
Entre 2020 e 2025, 476 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas em acidentes ferroviários; Juiz de Fora lidera o ranking com 33 mortes registradas.
Sobre a causa das chuvas, não há controvérsia. Os dados foram amplamente divulgados. A cidade inteira conhece alguém atingido. A dimensão da tragédia é evidente. O problema já não é diagnóstico, mas comunicação.